
...e agora?
Broncas o que dizes a isto?
Como seremos afetados ?
(do verbo aftas ardem, hemorróidas idem)
No passado sábado, 21 de Outubro, participei no plenário de debate do Movimento BAAL 21, no auditório do Politécnico de Beja. Este movimento cívico integra cidadãos de várias áreas políticas, autarquias, instituições de ensino superior, associações sociais, cívicas, sindicais e empresariais do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral. As expectativas em torno deste plenário eram grandes, numa altura em que se acentua o carácter antipopular da política do governo Sócrates, com consequências sociais mais gravosas em regiões deprimidas, como o Baixo Alentejo.Exmºs Senhores,
Para ajudar à melhor compreensão desta matéria um pouco complexa, aceitem visitar os Jornais/Blogs abaixo, ou perguntar-nos por email todas as questões que vos ocorram.
Cordialmente
Moita, 23 Out 2006
Moradores e Proprietários
Brejos da Moita e Barra Cheia, na Várzea da Moita
visite Reserva Ecológica Aqui Não e Reserva Ecológica Nunca.


No Forum Social Português trocam-se experiencias, criam-se alternativas, discutem-se e põem-se em prática ideias de todas as associações, movimentos e pessoas. Tod@s são bem vindos e participam em igualdade. Mais informação aqui.
No seu primeiro discurso como Presidente da República, nas comemorações do 5 Outubro, Cavaco Silva invocou a “ética republicana” e apontou baterias à corrupção, qual mancha de óleo que vem alastrando a partir dos círculos poderosos e que, por isso mesmo, gozam de uma quase absoluta impunidade. O tema é oportuno mas a abordagem foi limitada, ao responsabilizar os agentes do Estado, e em particular as autarquias, por um combate que tem de envolver toda a sociedade. Desde logo, a corrupção surge associada ao crime económico e a fenómenos como a evasão e fraude fiscal – vide zona franca da Madeira e casos recentes de reembolsos indevidos de IVA “em carrossel”. Curiosamente, porém, o “pacto da justiça” entre PS e PSD, apadrinhado por Cavaco Silva, ignorou o combate à corrupção e ao crime económico.
Divulgação de e-mail do artista "Paineleiro" cá da zona, chegado à nossa caixa de correio. Fica um abraço para ele, (não façam confusão com o personagem desfocado, isso é outra folha de obra...):

Teve hoje início em Lisboa a 11.ª Conferência Internacional Metropolis, a maior conferência anual sobre migrações que se realiza, pela primeira vez, em Portugal. É um momento importante de reflexão global sobre um tema de grande expressão mediática nas últimas décadas mas, afinal, tão velho como a história da humanidade – em certo sentido, esta confunde-se com a das migrações. Por ironia elas terão tido início em África, em tempos remotos duma nossa longínqua antepassada, baptizada de Lucy pelos cientistas. Assim titulava, com razão, um jornal de imigrantes de língua russa: “Se as migrações acabassem, o mundo parava”.
Hoje à noite para quem não tiver programa, pode sempre passar pelo Freiras Bar e assistir ao Festival Alta Tensão Indoor (Antena 3) com a presença dos (hed) p.e., Ramp, Bizarra Locomotiva e My Enchantment.
Estes ultimos já passaram pelo RockLab. Para mais informações clique aqui.

No final do primeiro ano de mandato, o executivo da Câmara de Beja lançou à discussão pública a iniciativa designada por “Município Participado” que já tive oportunidade de saudar, sem reservas, na sessão de ontem da Assembleia Municipal. Desde logo porque corresponde ao cumprimento do programa eleitoral da CDU – neste ponto convergente com o programa que, em nome do Bloco de Esquerda, apresentámos às cidadãs e aos cidadãos do nosso concelho. Esta iniciativa rompe com a postura do anterior executivo (da mesma cor política) que manteve, ao longo de quatro anos, “um silêncio ensurdecedor” sempre que alguém falava em orçamento participado.
Gostei e aconselho vivamente a visita a este novo blog, com alguns suspeitos do costume.
No passado fim-de-semana, integrado numa “coluna” vinda do Alentejo e do Algarve, participei na Marcha do Emprego promovida pelo BE. Com partida às 10 da manhã do Largo Catarina Eufémia, junto ao velhinho mercado municipal do Barreiro, a Marcha percorreu as principais artérias da cidade, rumando à estação do Lavradio, com chegada à Baixa da Banheira um pouco antes da hora do merecido almoço. Com o toque de alegria, dado por uma charanga popular da Moita, sucediam-se os contactos com mulheres e homens duma terra sofrida pelo desemprego, mas orgulhosa do seu lugar ímpar na história do movimento operário. E não surpreenderam as atenções despertadas por um cartaz com os dizeres “Alentejo Presente”, numa zona de migração de tantos alentejanos.- Sem duvida que foi o do PS (falta de comparência).
- Logo em seguida, os fardos de palha decorativos no Stand do PSD (o que faz falta é alimentar a malta).
- A Santa e o Padre que não sabiam para onde ir (talvez a adivinhar as posições tomadas por Ratzinger e sua igreja).
- E ainda, e ainda a falta de sanitários publicos (daqueles caixotes amoviveis que se distribuem por locais estratégicos de maior afluência). Reparem nas imagens, ficou mais barato alugar e colocar junto aos sanitários publicos, os ditos amoviveis, do que colocar alguém que desse uma vista de olhos e mantivesse abertos os outros. Para colocar e retirar paus da Boiada era até às 4 ou 5 da matina. Junto aos palcos apenas um amovivel foi colocado, mas ali onde nem seria preciso, foram colocados quatro (pena a foto não apanhar todos). Acho que o Absurdo fica bem entregue.
