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quinta-feira, outubro 20, 2011

Sobre a extinção da Inspecção-Geral da Administração Local

É triste ver um orgão de investigação que procurava defender a normalidade na administração local, ser extinto, a bem da corrupção. A transparência, fica assim mais turva e os cidadãos com os seus direitos de reposição de verdade e justiça mais pobre (nós bem vimos por cá o desenvolver da Revisão do nosso Plano Director Municipal).
Podem ler o comunicado de imprensa da IGAL pelo seu Inspector Geral e tirarem as vossas próprias conclusões.

segunda-feira, dezembro 13, 2010

OS PDM’s DA MOITA…

Mail chegado à nossa Mule Express que passamos a divulgar:


Solicitou-me V. Exa. que lhe enviasse os meus comentários sobre o conteúdo da contestação da CM da Moita.

Em primeiro lugar devo dizer que tal “peça” constitui um verdadeiro monumento à arrogância, à hipocrisia, à prepotência, ao totalitarismo, ao insulto e ofensa pessoal e ao assalto aos bens e direitos inalienáveis dos cidadãos comuns, bens e direitos esses, protegidos pela própria Constituição da República!

A serem válidos e de aceitar os argumentos da CM da Moita, ninguém poderia efectivamente, ter vencimento contra a autarquia, em sede de impugnação de um PDM!

E, nesse caso, porque se permitiria ao cidadão a possibilidade de interpor uma impugnação? É isso o que se chama achincalhar o sistema!!!

A CM da Moita “esconde-se” atrás das (eventuais…) “competências técnicas e científicas” de um “naipe tão alargado de técnicos”…, esquecendo-se de dizer que tal “naipe tão alargado de técnicos” não se dignou sequer ouvir, muito menos contraditar os argumentos dos legítimos interessados, contra as soluções propostas pela CM da Moita! Esqueceu-se de dizer que tal “naipe tão alargado de técnicos” se limita invariavelmente a assinar de cruz e sem pestanejar… todas as propostas que lhe são apresentadas pela equipe, dita técnica, ao serviço da CM da Moita e dos comandos dos seus autarcas e mentores políticos!

Esqueceu-se de dizer, nomeadamente no n.º 17º a), b) e c) da sua contestação que, por influência directa ou má informação intencional da CM da Moita, o prédio inscrito na matriz cadastral rústica da Moita sob o artigo 10 da Secção Z foi parcialmente abrangido no PDM de 1992, por uma faixa de “Reserva Agrícola Nacional” em terreno precisamente constituído por um alvará urbano (7/91) emitido escassos meses antes, dois outros artigos urbanos tradicionais com as contribuições em dia e ainda uma faixa de terreno pobre e constituído por entulhos de uma antiga fábrica de tijolos que a ninguém de boa fé lembraria classificar como RESERVA AGRÍCOLA NACIONAL, depois de ilegal e ilegitimamente ter indeferido requerimento para o seu aproveitamento urbanístico, sem quaisquer razões técnicas ou legais que justificassem tal indeferimento (ofício 973 de 1992.01.22, como resposta ao requerimento nº 2855 de 01.10.91)!

E, no nº 18 a) e b) da sua contestação também a CM da Moita esqueceu de referir que, precisamente antes do domínio do PDM anterior, o PDM/92, a CM da Moita, POR COINCIDÊNCIA…, também indeferiu ilegal e ilegitimamente um outro requerimento do A. para o aproveitamento urbanístico do prédio inscrito na matriz cadastral rústica da Moita sob o artigo 22 da Secção P, EM TOTAL E FLAGRANTE CONTRADIÇÃO E DESIGUALDADE DE TRATAMENTO relativamente a igual pretensão do promotor urbanístico do prédio adjacente ao do A. e que hoje se encontra abrangido pela malha urbana do concelho…!

Além de hipocritamente vir dizer que desconhece a propriedade dos prédios do A. (depois de sucessivamente ter respondido com formalidades vazias de sentido às suas reclamações (o que, pelo menos, pressupõe que aceitou a legitimidade dessa propriedade…), vai ao ponto de afirmar que as fotografias perfeitamente actualizadas que foram fornecidas aos autos, “estão desenquadradas, distorcem a realidade e nada esclarecem sobre as questões em causa”!

Pelo contrário, elas esclarecem e muito e quem tiver disso alguma dúvida…, é só mandar verificar no local!

Por fim, socorre-se da mentira intencional, afirmando nomeadamente – n.º 19 b) – que o prédio inscrito na matriz cadastral rústica de Alhos Vedros sob o artigo 27 da Secção AA “já estava integrado quer na RAN, quer, “integralmente”, na REN, pelo que a situação se manteve”!
É fácil de verificar que no anterior PDM (de 1992), apenas uma estreita faixa no extremo leste do prédio, foi incluída em REN, por ser adjacente à “Vala Real “ denominada do Vale do Grou, que devia servir apenas de drenagem às águas pluviais, mas que a CM da Moita tem abusiva e impunemente utilizado para, a céu aberto, encaminhar os esgotos de Alhos Vedros para o Rio Tejo, apesar das repetidas denúncias e queixas, às quais ninguém tem ligado importância, desde o M. P. à Procuradoria Geral, desde o Ministério do Ambiente à própria Comissão Europeia e ao Parlamento Europeu!!!

Com os melhores cumprimentos,
Américo da Silva Jorge

quinta-feira, abril 22, 2010

Parece que é, mas não é...

Afinal Domingos Névoa enganou-se a tentar corromper quem poderia influenciar no negócio.
Claro está que a ser assim, será um acto "penalmente não tipificado", tipo investigações aos protocolos do Plano Director Municipal da Moita. Por falar em PDM, onde anda o PSD da Moita?

Já não há "pachorra" para esta Justiça!!


O Tribunal da Relação de Lisboa absolveu hoje o empresário Domingos Névoa do crime de tentativa de corrupção do vereador da Câmara de Lisboa José Sá Fernandes, no caso Bragaparques.

segunda-feira, abril 12, 2010

As escutas...

K7...do caso "Face Oculta" (gravações) vão ser destruídas, parece que segundo linguagem jurídica, tal como o nosso PDM, não são penalmente tipificadas.
Será mais "fruta" podre certamente!!




Cá se vai andando com a cabeça entre as orelhas.

quinta-feira, abril 08, 2010

O PDM da Moita

Cá se vai andando com a cabeça entre as orelhas, porque apesar de não se enquadrarem em condutas penalmente tipificadas, as condutas protocolares foram recusadas e publicadas em Diário da República. A revisão fica-se só pelo nome.

Presidência do Conselho de Ministros recusa a ratificação dos n.os 1, 2, 3 e 3.A do artigo 58.º do Plano Director Municipal da Moita, bem como a delimitação das UOPG 01, 02 e 03 na planta de programação do solo e das unidades operativas de planeamento e gestão que integram o Plano Director Municipal da Moita.

Resolução do Conselho de Ministros n.º 28/2010. D.R. n.º 68, Série I de 2010-04-08

quinta-feira, abril 01, 2010

Comunicado do Movimento Cívico da Várzea da Moita sobre o desfecho do processo de Revisão do PDM da Moita

O caso exemplar do PDM da Moita
(Nota do Movimento Cívico Várzea da Moita à comunicação social)


A revisão do PDM da Moita merece ser um caso de estudo exemplar dos altos e baixos da vida em democracia, da política dos solos e do ordenamento do território, do aproveitamento vulgar das mais-valias urbanísticas em Portugal.

Tem contornos escondidos e difíceis de entender por uns, e muito claros e simples para outros.

Salda-se pela derrota das aspirações e pelo fiasco das intervenções de todos os principais intervenientes no processo, porventura apenas com a excepção de algumas pessoas.

A Câmara Municipal da Moita lançou a revisão do PDM há 14 anos.

Neste 25 de Março, o Governo recusou a ratificação da intervenção urbanística na Quinta das Fontainhas, Vale do Trabuco e Quinta da Migalha/Brejos Faria, bem como a medida de autodefesa preventiva da CMM face a incompatibilidades do PDM contra o PROT-AML.

O Governo chumbou ainda a delimitação das UOPG’s respectivas (1, 2 e 3) na planta de programação do solo no PDM.
Para se perceber um pouco, o PDM da Moita tem 3 grandes traços marcantes:
  1. Numerosas disposições técnicas nunca foram alvo de polémica nem contestação;
  2. As jóias da coroa do Projecto de novo PDM da CMM eram a mudança de uso do solo naquelas UOPG’s, bem como noutros lugares do Município. À margem da revisão pública do PDM, a Câmara negociou Protocolos desde 1990 com os adquirentes dessas e doutras propriedades. Prometeu-lhes diligenciar para que essas terras compradas em REN deixassem de ser solo rural em REN e RAN no novo PDM, e passassem a valer como novo solo urbano para larga construção;

  3. A Câmara introduziu no novo PDM um “tápa-olhos” para uso governamental, para compensar a REN e RAN e o solo rural assim desclassificados. As terras dos pequenos agricultores e moradores, sobretudo nos campos da Barra Cheia e dos Brejos a sul da Moita, passariam a nova REN (apesar de ser uma nova REN “esquisita”, plena de casas, gente, agricultura, vacas, estradas, etc), num golpe de mestre de ilusionismo e de incoerência urbanística e política que só as pedras da calçada e o Governo poderiam engolir.
Com o novo PDM, quase todos os intervenientes saem derrotados:
  • Quem apostou no cavalo errado e o pagou a peso de ouro, dará agora por mal empregue o seu investimento;
  • A Banca que adormeceu a conceder créditos de milhões com base nos ditos Protocolos de legitimidade duvidosa e na hipoteca de solo rural que haveria de ser urbano, e que agora acorda e descobre que não é;

    • A direcção política da Câmara e o partido político maioritário na Moita, agindo singularmente de modo afim do “lobby” imobiliário, contra a mais elementar transparência e contra as populações dos campos;
    • A CCDR-LVT e o Governo, despertos à força para algumas verdades, mas que aceitaram tapar os olhos e acabar afinal por parecer serem enganados noutras áreas fundamentais;

    • A inspecção das Autarquias Locais e a Justiça em Portugal, sistemas em que as crianças acreditam, que mostraram como são muito, pouco ou nada diligentes e eficazes face aos poderosos, numa postura bem diferente se o alvo a investigar e punir forem os pobres e os desprotegidos;

    • As populações e a própria Moita, que poderiam ter ganho um PDM decente, e ficam com um PDM amputado de alguns podres, desequilibrado e portador de injustiças, de vícios e erros urbanísticos de palmatória.

    • A própria democracia, que também sai entre nós deveras maltratada.

    Com efeito, ao longo do processo, a Câmara da Moita não soube dialogar com os opositores e as populações.

    Deu antes ouvidos a quem desejou edificar milhares de fogos excedentários e largas zonas industriais caras e semi-vazias, assim pulando a Câmara por cima da REN e prometendo o céu e a terra urbana a gente poderosa.

    Enquanto isso, e por causa disso, a Câmara negou solução a gente pobre que queria fazer uma simples baixada de luz, ou uma casa ou um cómodo para o gado, brandindo as limitações da REN contra a gente simples.

    E agora no final, o seu Presidente elogia com um sorriso a intervenção das populações, mas critica com uma cara fechada os opositores chamando-lhes de obscura contestação.

    Sempre certos políticos adoraram que se lhes diga que “sim”, mesmo sem se saber por quê, e condenaram quem ousa dizer-lhes frontal e livremente que “não”.

    É clássico, é dos livros.

    Sobretudo quando os processos, esses sim surgem aos olhos de muitos como talvez duvidosos, talvez obscuros.

    31 Março 2010
    Movimento Cívico Várzea da Moita

    sexta-feira, janeiro 29, 2010

    TGV condiciona “operações urbanísticas” na Moita e em Palmela

    As medidas preventivas de salvaguarda à programação e execução da ligação ferroviária do TGV entre Lisboa e Madrid, prolongadas pelo Governo por mais um ano, deverão “condicionar algumas operações urbanísticas” nos municípios da Moita e de Palmela. João Lobo, presidente da autarquia da Moita, refere que a prorrogação das medidas “vai adiar a comercialização de um loteamento municipal”, situação que se verifica também em Palmela. “É do agrado do município ver todo o processo desbloqueado o mais rapidamente possível”, refere Ana Teresa Vicente, presidente da edilidade.

    É possível que o «Plano Director "Manhoso"» da Moita esteja em risco devido ao TGV, porque o protocolo sobre os terrenos com as empresas de Emídio Catum, com bênção de Rui Encarnação ex-assessor da Câmara Municipal da Moita, favorece a Quinta das Fontainhas (antiga vacaria de Tomáz da Cruz), assim como outros protocolos Manhosos em Reserva Ecológica Nacional (que depois do PDM passarão a urbanizáveis), visto virem a ser expropriados e indemnizados pelo estado, devido à passagem do TGV naqueles terrenos, onde loteamentos já estavam na calha.

    sábado, novembro 22, 2008

    PDM fantoche

    A Assembleia Municipal da Moita reunida em sessão extraordinária, aprovou por maioria o Plano Director Municipal da Moita, com os votos favoráveis unicamente pela CDU e votos contra de toda a oposição.
    A CCDR-LVT frisou no seu parecer que a ser aprovado este PDM será enviado a conselho de Ministros para Ratificação, devido às ilegalidades expostas.
    Desconhecem-se ainda as investigações do IGAL e da PJ sobre este processo de revisão, no entanto, a maioria CDU não teve duvidas e aprovou com 19 votos (ou seja, todos os elementos) o PDM.
    A casa do Penteado (propriedade de Emídio Catum), onde "pernoitava por empréstimo" o assessor Rui Encarnação, homem forte dos protocolos entre os especuladores imobiliários e a Câmara Municipal, não foi por si só motivo de desconfiança e não abriu os olhos à bancada da CDU, onde alguns elementos ainda se questionavam sobre a legalidade deste processo. Ainda foi feito um requerimento para voto nominal, mas infrutífero, pois todos naquela bancada se opuseram a tal votação.


    Ou seja, na CDU deste concelho
    é tudo farinha do mesmo saco.

    quinta-feira, outubro 02, 2008

    O Lobo que veste pele de cordeiro

    Como é possível que isto aconteça? Falamos do Isaltino Morais, da Fátima Felgueiras, do Valentim Loureiro e aqui mais próximo em Setúbal, do Carlos Sousa (que acabou por levar os patins) e afinal por cá a justiça também tem filhos e enteados. A perda de mandato na altura deveria ter sido aplicada, mas de momento e com mais estas irregularidades a "choça" está à espreita. A ver vamos se continua a haver padrinhos em todas estas investigações.

    Via O RIO:

    «o presidente da Câmara da Moita inspira muito pouca credibilidade para levar a cabo um processo de revisão destes. E contou que, “já em 2000, quando João Lobo era vereador do urbanismo, houve uma inspecção dirigida pelo IGAT, pela participação de alguns munícipes que alegavam ter havido violação do PDM existente. Esta inspecção apontou a violação de algumas regras do PDM, reconhecida pelo próprio vereador, o que dava azo a perda de mandato»

    Como é possível que este senhor continue à frente deste Concelho? Será que o PCP só se assustou com Carlos Sousa!?!?

    sexta-feira, setembro 26, 2008

    Sessão Pública sobre o PDM da Moita

    Via Site Distrital de Setúbal do Bloco de Esquerda:

    Dia 30 de Setembro (3ªfeira), pelas 21h30
    Sessão Pública sobre o PDM da Moita
    na Sociedade Estrela Moitense, Moita


    Atendendo a que nos encontramos no período de Discussão Pública sobre o PDM, que termina já no dia 1 de Outubro, o BE vai promover uma sessão pública de debate e esclarecimento, sobre o processo de revisão do Plano Director Municipal da Moita que está em curso.

    Este período de Discussão Pública que está a decorrer não se pode limitar à três alterações aprovadas pela Assembleia Municipal.

    Em torno deste processo de revisão do PDM existem muitos factos que exigem explicação e transparência, como por exemplo os motivos da desanexação de áreas de REN; as propostas absurdas dos chamados “corredores urbanos”, para a zona da Várzea da Moita; a divulgação do relatório da Inspecção do IGAL, que ainda continua em sigilo; o resultado da inspecção da Polícia Judiciária que levou diversos documentos, sem ainda dar resposta.

    É PRECISO QUEBRAR O SILÊNCIO!

    Este PDM não pode ser aprovado sem todos os esclarecimentos.

    Os Munícipes da Moita têm direito a um PDM que defenda o desenvolvimento do Concelho.

    A Concelhia do Bloco de Esquerda da Moita

    quarta-feira, setembro 24, 2008

    O PDM e a Luta do Movimento Cívico

    Exmªs Senhoras e Senhores Jornalistas

    Bom dia

    Ass.: O Movimento Cívico Várzea da Moita pediu a Jerónimo de Sousa e ao Partido Comunista Português (PCP), em reunião mantida com o Secretariado da DORS do PCP em Setúbal a 23 Set '08, que mudem a agulha radicalmente na Moita, passando o Partido Comunista na Moita o mais urgentemente possível a respeitar a lei e a ética em democracia

    Uma delegação de Cidadãs e Cidadãos do Movimento Cívico Várzea da Moita pediu a Jerónimo de Sousa e ao Partido Comunista Português (PCP), em reunião mantida com Vanessa Silva e Nuno Costa, ambos membros do Comité Central do PCP e igualmente membros do Secretariado da DORS do PCP em Setúbal a 23 Set '08, que mudem a agulha radicalmente na Moita, e passem a respeitar, e a fazer respeitar de uma vez por todas por parte dos seus Eleitos na Câmara Municipal, uma nova política com a lei, a ética e a transparência em democracia, e os interesses do Concelho e das populações como novo fio orientador.

    A reunião, que decorreu em ambiente de diálogo democrático, e num clima de grande informação e respeito, teve lugar no seguimento da Carta[1] a Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do Partido Comunista Português, datada de 29 de Agosto de 2008, enviada ao PCP pelo Movimento Cívico Várzea da Moita, onde o tema central foi a questão da "especulação financeira em torno do Solo Rural" na nossa terra, na nossa região e no País.

    Apesar das diferenças evidentes entre reunir directamente com o Senhor Deputado Jerónimo de Sousa ou com outras pessoas, que com ele trabalham e a ele reportam, e das possíveis desvantagens e embaraços, desta formula de relacionamento indirecto para uma comunicação clara e eficaz, a sugestão de reunir com o Secretariado da DORS do PCP foi aceite pelas Cidadãs e Cidadãos da Várzea da Moita, no quadro de uma posição construtiva e de diálogo.

    Espírito esse positivo e de debate democrático que levou aqueles Munícipes da Moita a afirmar que, no seio do Movimento Cívico Várzea da Moita e entre a população em geral muito descontente na Moita, existe muita gente que estima o PCP, outros que nem por isso mas que também nada têm contra o PCP, havendo ainda outros que do PCP não gostam mesmo nada. Mas todos reconhecem com naturalidade o papel e a imagem tradicionais do PCP na sociedade.

    "É assim em democracia, e é assim com o PCP e com qualquer outro Partido", sublinharam, acrescentando que "gostar ou não gostar, muito, pouco ou nada do PCP, esse não é ponto que nos interessa nem nos move."

    "O que importa", explicaram, "é que o papel do PCP que é de todos conhecido[2], por todos tradicionalmente associado à ideia de PCP, esse papel do PCP na Moita não existe."

    Pelo contrário, a imagem e o papel patenteados na Moita por dirigentes comunistas locais, e por eleitos do PCP à testa do governo do Município, são outros totalmente, ao ponto de em nada minimamente corresponderem nem a prática nem as políticas governativas locais dos representantes do PCP no Concelho àquilo que historicamente e noutros lugares o PCP sempre defende e diz propor.

    "Ler o que escreve o "Avante!", conhecer o que dizem e defendem os dirigentes comunistas em Évora ou em Braga, por exemplo, ou os Candidatos da CDU em Lisboa e noutros quaisquer lugares, é uma coisa, aliás com muitos pontos de coincidência com a nossa própria resistência", sublinharam.

    "Essas vozes do PCP noutros lugares, se viessem aqui à Moita, dava-lhes um baque, morriam de susto e finalmente, se sobrevivessem a tais choque e pavor, só poderiam fazer coro connosco contra o mau governo dos eleitos do PCP aqui entre nós, na verdade seus falsos representantes na Câmara da Moita", acrescentaram.

    Aproveitaram assim aqueles Munícipes da Várzea da Moita a reunião para poder de novo explicar ao PCP por A + B como o PCP na Moita, directamente e por via dos seus eleitos à testa da Câmara e de diversas Autarquias, viola a lei, desrespeita o legado do PCP e dá cobertura às cegas ou às claras a uma política local do pior que se pode imaginar em Portugal, 34 anos depois de Abril de 1974.

    Aquelas Cidadãs e Cidadãos puderam igualmente confrontar o PCP com o que pretende o PCP ser aqui no concelho da Moita afinal:

    O Partido aliado e promotor da especulação financeira e fundiária, do mais errado desenvolvimento e ordenamento do território, da agressão contra as gentes do campo e contra numerosos outros Munícipes;
    Ou um Partido que respeite a Constituição e as leis e oiça e considere todos os Cidadãos, sem ser o aliado dos muito ricos e dos grandes especuladores financeiros e urbanísticos contra todos os demais, os Munícipes que não têm poder e/ou não querem entortar a política local às custas do poder de "lobby".

    Sendo certo que aquelas Cidadãs e aqueles Cidadãos não só questionaram o PCP, mas sobretudo lhe pediram por tudo o que o seu prestígio e cultura significam, por tudo o que o seu legado e os seus maiores e os seus mais velhos aconselham, por tudo o que constitui a sua história e o seu passado de luta ao lado dos deserdados, contra a especulação e a opressão dos mais fracos pelos mais poderosos, que aceite rapidamente responder "Sim!" ao apelo central que lhe foi mais uma vez transmitido na Reunião de 23 de Setembro de 2008 em Setúbal, a saber:

    Que o PCP seja ele próprio, seja o Partido Comunista também na Moita, e cesse de dar cobertura aos seus falsos representantes locais e ao mau governo local que esses falsos comunistas corporizam, só assim podendo o PCP deixar de ser na Moita exactamente aquilo que todos os dias aqui é de há muitos anos a esta parte: precisamente o seu contrário.

    Assim, a delegação da Várzea da Moita reiterou mais uma vez os sucessivos apelos que vem desde há anos fazendo ao PCP, sempre com muita e santa paciência e educada frontalidade democrática, próprias da sua posição construtiva e de diálogo com o PCP e com as diferentes entidades e pessoas envolvidas no Processo de Revisão do Plano Director Municipal (PDM) da Moita.

    Esses apelos têm sido constantes e reiteradamente transmitidos, nomeadamente, nas Reuniões com os Chefes de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP, Drs Augusto Flor e Pedro Ramos, com quem o Movimento Cívico Várzea da Moita se avistou na Assembleia da República às datas de 24 de Novembro de 2006 e 15 de Julho de 2008.

    Aconteceram esses apelos igualmente na Reunião com a Comissão Concelhia do PCP na Moita, verificada em Alhos Vedros a 5 de Julho de 2007, bem como aliás por via das sucessivas mensagens ao Secretário-geral do PCP, nomeadamente as de Outubro de 2005, entregue então em mão ao círculo de apoio directo a Jerónimo de Sousa em Matosinhos, de 2 de Abril de 2007 e de 9 de Junho de 2007, e não só, para além da Carta de 29 de Agosto '08.

    "Mas têm sempre ficado sem resposta. São apelos ouvidos, mas não têm sido apelos atendidos. É, mal comparado, como se o PCP percebesse que tem um feitor à frente dos seus assuntos políticos na Moita que só o prejudica e atraiçoa, ao ponto de lhe arruinar totalmente a fazenda, mas é como se o PCP estivesse de pés e mãos atados, qual proprietário medroso refém de tal feitor manhoso. Percebe, mas fica quieto e não actua. Até ao momento, o PCP tem estado na Moita invariavelmente bloqueado, sempre", disseram.

    "Como será desta vez o seguimento desta reunião?" – interrogaram-se.

    Com efeito, o Movimento Cívico Várzea da Moita tem recorrentemente manifestado a sua tristeza e a sua indignação pelo rumo local escolhido pelo PCP, bem como pelo papel aqui desempenhado na Moita pelos seus dirigentes e eleitos à testa da Câmara Municipal, sem nunca esquecer que nada move os Cidadãos contra o PCP, apenas contra a má política desenvolvida à pala do PCP.

    Finalmente, o Movimento Cívico Várzea da Moita convidou com a melhor das boas vontades e com espírito cordial o Deputado Jerónimo de Sousa, e outros dirigentes nacionais do PCP, e do distrito de Setúbal, a visitarem a nossa terra, a auscultarem livre e espontaneamente as opiniões e o sentir sofrido das Mulheres e dos Homens dos campos do Sul do concelho da Moita.

    "Venham ver e tentar compreender os anseios das pessoas e a sua resistência a favor dos seus direitos protegidos por lei, e dos seus interesses legítimos, mas tragam os olhos bem abertos, bem arregalados, despidos de preconceitos e não condicionados pelas mentiras que vos possam transmitir os vossos falsos representantes locais", alertaram.

    Disseram ainda sempre com bons modos:

    "Aceitem vir visitar-nos, conhecer a nossa realidade e aperceberem-se da enorme mágoa, revolta e indignação mesmo, que entre as pessoas existe contra a pretensão por parte da Câmara Municipal, e de outros órgãos da Administração do Estado presos pela arreata da Câmara, numa mistura infame onde não se sabe onde começa a matreira sugestão desta, e até onde se estende a tola e cega adesão sem reflectir e por arrasto daquela, e que assenta numa estrangeirinha de génio, mas dum verdadeiro génio do mal."

    "Essa estrangeirinha, esse embuste visa desclassificar Solo Rural, em RAN e em REN das centenas de hectares adquiridos de véspera por tostões por meia-dúzia de grandes Empresas e Empresários, à custa de perdas ambientais gravíssimas, e vocacionados para valerem no dia seguinte milhões por via dos famosos Protocolos assinados ilegal, ilegítima e imoralmente com a Câmara Municipal", acrescentaram.

    E explicaram melhor:

    "Essa gente esperta, e essa Câmara de mau governo e de recorrente violação dos princípios constitucionais da justiça, boa-fé e imparcialidade, actuaram debaixo de um álibi muito manhoso."

    "Fizeram assim: procuraram iludir governantes politicamente cegos com a treta fantasiosa da deslocação de nova REN às centenas e centenas de hectares para cima das casas, do gado, das culturas, das localidades, das estradas e dos campos e da vida de centenas de famílias da Várzea da Moita, numa manobra ambiental risível e de fingir, e numa medida de política punitiva dos interesses das populações de as fazer sofrer a bem sofrer".

    "Sempre com uma ideia fixa: proteger e favorecer os poderosos, empobrecer e castigar as pessoas simples do campo".

    "Não é só uma política errada. É também uma política fraudulenta. E pior, é uma política a favor de uns, e contra outros. Para o enriquecimento absolutamente excêntrico de uns, para a sua boda farta, essa fraude necessita de outros que são condenados a ser os patos degolados para a mesa dessa festança indecente."

    "Os patos éramos para ser nós, pensavam eles. E até nos destinaram que espécie de patos deveríamos ser: estávamos condenados a ser patos mudos, mas enganaram-se redondamente", esclareceram.

    "Ninguém nos cala, e vamos onde for preciso clamar contra a fraude e contra a violação da lei e do princípio da imparcialidade na gestão da coisa pública, a favor da legalidade e pelos nossos interesses legítimos e pelo direitos protegidos por lei das gentes desta terra!", disseram

    Aqueles Munícipes alongaram-se ainda sobre diversos outros temas, fornecendo exemplos concretos e factuais da cada situação, a saber nomeadamente:

    *sobre o medo e a aversão patológica que o Governo local na Moita tem face à livre expressão da palavra e da participação cívica das pessoas,

    *sobre os aspectos mais obscuros e de maior confusão entre interesse público e amanhanço pessoal, em torno de certos pontos muito quentes e muito obscuros da Revisão do PDM, pontos esses nas mãos previsivelmente aliás do Ministério Público, da Polícia Judiciária e da Inspecção-geral da Administração Local, cuja actuação e Relatórios os Munícipes que são o Povo exigem que saiam cá para fora,

    *sobre a errada concepção de ordenamento do território que o Governo local tem, com criação de novas periferias urbanas das periferias e ainda mais das periferias urbanas já existentes (sic: periferias das periferias das periferias), num assédio bêbado a mais e mais solo rural, de preferência em tanto mais Reserva Agrícola e em em tanto mais Reserva Ecológica melhor, com esquecimento completo da recuperação urbanística do interior das cidades e vilas desertificadas e envelhecidas já existentes,

    *sobre as violações recorrentes de numerosas leis na prática política do Governo local, bem como sobre a perigosa e obscena aplicação na Moita da famosa política das 2 mãozinhas: a mãozinha leve e simpática sempre por baixo das grandes Empresas e Empresários useiros e vezeiros na especulação financeira e urbanística, e a galfarra pesada e abrutalhada contra a maioria das pessoas e sobretudo contra as gentes dos campos do Sul do Concelho, sem poder e/ou sem vontade de fazerem como os outros um certo tipo de "lobby gostoso e à maneira".

    Por seu turno, os dirigentes do PCP Vanessa Silva e Nuno Costa ouviram e tomaram nota de tudo o que acima se descreve, e muito mais, com numerosos exemplos reais do mau governo na Moita e da pior política localmente promovida à sombra do PCP na Moita, e garantiram que de toda essa informação, bem como do referido convite, irão dar adequado seguimento de imediato dentro do PCP e junto do Secretário-geral, o Deputado Jerónimo de Sousa.



    ******



    À disposição das Senhoras e Senhores Jornalistas para informações complementares,


    Cordialmente


    24 Set '08

    Movimento Cívico Várzea da Moita

    Contactos: ant silv ângelo a.silva.angelo@gmail.com e Várzea da moita varzeamoita@gmail.com
    Telefone de contacto: 96 5 80 96 75


    [1] Carta a Jerónimo de Sousa: Aceite ser informado directamente por gente simples, mas sábia e de vida sofrida, dos campos do Sul do Município da Moita.

    [2] Um Partido de luta pela liberdade. Pela lei, em democracia. Pela ética. Contra a corrupção e a escuridão no funcionamento dos diversos órgãos do aparelho de estado e da administração pública. Pelos mais fracos. Pelos deserdados. Pelos trabalhadores e pelos pequenos agricultores e outros portugueses das classes mais desfavorecidas e das classes médias. Em defesa daqueles que sozinhos não conseguem fazer ouvir a sua voz, mas que juntos e organizados podem aspirar e lutar por uma vida melhor. Em defesa dos interesses das nossas terras e do nosso País.

    quinta-feira, setembro 04, 2008

    Mural exposto no "Avante!"

    *Pára de cagar no povo*

    Johnny Wolf e seus comparsas
    Adaptação feita pelo colectivo, ao mural exposto na Festa sobre o nosso "inginheiro", mas que por cá se adapta ao traidor dos princípios do PCP (ele e a maioria que o acompanha neste concelho).

    segunda-feira, setembro 01, 2008

    Contestação Pública ao Projecto de Revisão do PDM da Moita

    Blog que se apresenta e coloca questões para deixar muita gente a coçar a barba:



    Ao Presidente da Câmara Municipal da Moita:
    FAX n.º 212801008

    Cópia ao EXCELENTÍSSIMO SENHOR
    PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA

    CONTESTAÇÃO ao PROJECTO DE REVISÃO
    do PLANO DIRECTOR MUNICIPAL DO CONCELHO da MOITA

    «Américo da Silva Jorge, residente na Rua dos Campinos n.º 6, Quinta do Alfeirão,
    2860-265 Alhos Vedros, titular do B.I. N.º 138576 emitido em Lisboa a 11/09/2001e contribuinte fiscal n.º 148334059, nos termos do art. 77º do Decreto Lei n.º 310/2003 de 10 de Dezembro, vem por esta via, em sede própria e em tempo oportuno, contestar todas as alterações introduzidas pela Assembleia Municipal da Moita em reunião de 17 e 25 de Julho ultimo, porquanto elas se integram num Projecto de Revisão do Plano Director Municipal da Moita que, NO SEU TODO, constitui um PROCESSO ILEGÍTIMO, ILEGAL E INCONSTITUCIONAL, como seguidamente se demonstra.
    »

    Votação no Rio

    Vamos ver qual será o fim desta votação:

    Acredita na aprovação final do Plano Director Municipal da Moita sem necessidade da ratificação do Governo?


    Votação no Rio

    Baixinho, para ninguém ouvir.

    Do site da Câmara Municipal da Moita:

    Aberta discussão pública sobre alterações à revisão do PDM

    PDMEstá a decorrer, até ao dia 1 de Outubro, a discussão pública sobre as alterações à revisão do Plano Director Municipal da Moita introduzidas pela Assembleia Municipal, na sua reunião de 25 de Julho.

    As alterações, acompanhadas do projecto de revisão do PDM e dos pareceres sobre ele emitidos, estão disponíveis para consulta, durante o horário de expediente, nas Juntas de Freguesia de Alhos Vedros, Baixa da Banheira, Gaio-Rosário, Moita, Sarilhos Pequenos e Vale da Amoreira e também no Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística da Câmara Municipal da Moita. Os documentos estão igualmente disponíveis no sítio de Internet da Câmara Municipal da Moita, em:
    http://moita.setubalpeninsuladigital.pt/pt/conteudos/plano+director+municipal/.

    Até ao final da discussão pública, a autarquia disponibiliza ainda um técnico do Departamento de Planeamento e Gestão Urbanística, todas as quintas-feiras, para prestar os esclarecimentos necessários.

    Os interessados poderão vir a apresentar as suas reclamações, observações ou sugestões, por correio electrónico (cmmoita@cm-moita.pt) ou por fax (212801008), dirigido ao presidente da Câmara Municipal da Moita; por comunicação escrita enviada por correio, dirigida ao presidente da Câmara da Municipal da Moita; ou ainda por comunicação escrita entregue nos locais da consulta, nomeadamente através de impressos próprios disponíveis naqueles espaços.

    quarta-feira, agosto 13, 2008

    Artigo a ler no AVP



    Novo texto de José Carlos Guinote (estando para breve a digitalização de mais um artigo saído no Le Monde Diplomatique deste mês, mas sem link).

    quinta-feira, agosto 07, 2008

    Perguntas de retórica

    Só para descontrair e adivinharem as respostas dadas :
    • Sr. Padre, posso fumar enquanto rezo?
    • Sr. Padre, posso rezar enquanto fumo?

    e agora na versão amoitada:

    • Pode avançar este PDM apesar dos protocolos manhosos?
    • Podem os protocolos manhosos avançar apesar do PDM?

    Para bom entendedor as respostas estão à vista.

    terça-feira, agosto 05, 2008

    Reunião pública extraordinária da Câmara Municipal

    Salão Nobre C.M.MoitaA Câmara Municipal da Moita vai realizar uma reunião pública extraordinária no dia 5 de Agosto (hoje), às 17:00h, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
    Esta reunião terá como único ponto da Ordem de Trabalhos a abertura da discussão pública sobre as alterações introduzidas pela Assembleia Municipal da Moita à proposta de revisão do Plano Director Municipal, apresentada pela Câmara Municipal.

    sexta-feira, agosto 01, 2008

    Onde a Câmara Municipal da Moita colocou a REN


    Para observar com olhos de gente e não com as "palas" atribuidas ao "colectivo".



    Haverá dúvidas nas negociatas efectuadas pela CMM? Abanamos a cabeça como os YES Men's?

    quarta-feira, julho 30, 2008

    Será que vivem neste Concelho!?!?

    Onde é que será que esta gente aterrou a nave espacial? Continuam a achar que têm razão!
    Será que não entendem que o Orgão Executivo é que pode propor alterações e o Orgão fiscalizador, então sim, poderá aprovar ou não?

    «(...)O processo de Revisão do PDM leva 10 anos e actualmente os partidos da oposição local já não conseguem camuflar o seu objectivo de bloquear e adiar indefinidamente a sua conclusão. A aposta é indisfarçável: é preciso fazer caber a realidade no retrato distorcido que fazem do Concelho, à força se preciso for. É a deplorável táctica do “quanto pior, melhor”, é o vale-tudo que não tem hesitado em recorrer a uma campanha não raras vezes sórdida, porque assente em argumentos falsos, na deturpação, em calúnias e suspeições, numa sucessão de manobras de baixa política.(...)»

    Estes tipos estão doidos ou quê? A CCDR-LVT (apesar do atraso) responde e afirma o seu parecer desfavorável e eles vá de chover no molhado. Então onde é que mora o relatório da IGAL? O relatório da Judiciária não deve tardar com tantas irregularidades e favorecimentos nos protocolos. Tenho a certeza que alguém vai fazer companhia ao Encarnação, pelo sim pelo não, num país que não tenha extradição.
    A oposição é que está mal?
    Está mal é em não Impugnarem as Sessões Extraordinárias da Assembleia Municipal o quanto antes.
    Não há vergonha!!
    Ou melhor, já não há pachorra para esta gente. A arma do desgaste em "martelar" no mesmo, é por demais evidente.