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quarta-feira, abril 13, 2011

A Comissão de Utentes da Linha do Sado já alertou

Pois tal como alertado, e "exigido", pela Comissão de Utentes da Linha do Sado, a vigilância nas estações são necessárias.
Veja-se mais uma vez o vandalismo e violência que sofrem estas instalações deixando vidros espalhados por todo o lado.
O perigo destes estilhaços para qualquer criança, que os pais sejam mais incautos, é de antever.

Estação da CP Moita vandalizada

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Foi Violentada...

...a bilheteira automática da estação CP Moita em plena luz do dia.
Não há palavras. Fica a imagem da violação.
Pode ser que arranjem também os elevadores e a WC, que já há muito se encontram fora de serviço.

Bilheteira CP violada

sábado, dezembro 18, 2010

Adeus CP

Lá virá a privatização e nós ainda pagamos para que isso aconteça.

Via: Publico.pt



Consultor para a privatização dos suburbanos ganha 250 mil euros


A administração da CP decidiu seleccionar "com carácter de urgência" um consultor para estudar a subconcessão da exploração das linhas suburbanas de Lisboa e do Porto.
A empresa dá sequência às directivas do Governo para que, até ao fim de 2011, sejam lançados "procedimentos pré-contratuais" para atribuir a empresas privadas aquelas linhas.

A deliberação da CP atribui um valor de referência de 250 mil euros a pagar a "um consultor com efectiva experiência internacional na matéria", que terá dois meses para realizar os trabalhos. Os administradores referem o "apertado calendário pretendido pelo Governo" e o facto de a empresa não dispor internamente das competências necessárias para a realização de tal tarefa como motivos para o ajuste directo.

O consultor escolhido deverá apresentar modelos alternativos de subconcessão do serviço ferroviário tendo em conta a duração do contrato, as compensações financeiras, cedência dos comboios, afectação do pessoal e contratação da manutenção.

Deverão ficar ainda definidos os modelos de exploração possíveis a que os concessionários ficarão vinculados, nomeadamente ao nível de tarifário, horários, tempos de viagem e padrões de segurança e conforto.

Actualmente, só existe um concessionário privado na ferrovia portuguesa - a Fertagus, que explora os suburbanos de Lisboa a Setúbal e que propôs-se prescindir de subsídios do Estado a partir de 2011. O tarifário naquela linha é mais elevado, sendo frequente ouvirem-se responsáveis da CP dizer que, em idênticas condições às da Fertagus, a CP Lisboa também não daria prejuízo.

sexta-feira, novembro 26, 2010

Lixados com F de fada

Pois é. Por artes mágicas lá vão desaparecendo os bancos para repouso dos utentes da linha férrea Barreiro/Setúbal. Alguma fada anda por aí a fazer desaparecer este equipamento que é vigiado 24 Horas sobre 24 Horas pelas camaras de vigilância, e os utentes lá vão ficando lixados com F de fada.

Bancos furtados nas estações da REFER

quinta-feira, novembro 18, 2010

A degradação nas estações da linha Barreiro - Setúbal

Há muitos, muitos anos (não são tantos assim), as estações da CP tinham algumas comodidades para os seus utentes, tal como instalações para as pessoas abrigarem-se da chuva e do frio, enquanto aguardavam pelo seu comboio.

Hoje em dia essas comodidades foram suprimidas, "vá-se lá saber porquê!?"

Para além de não haver abrigo suficiente contra a chuva (porque contra o frio, não há mesmo), nem elevadores a funcionar (que limitam as pessoas com dificuldades motoras), nem retrete para as necessidades fisiológicas (porque estão sempre"Out Of Order"), os bancos que ainda existem nestas estações têm sido sistematicamente vandalizados. Estes últimos foram produzidos em Aço (o suporte) e Inox (o encosto e assento).

Ora estas estações deixaram de ter presente o factor humano da empresa, porque os bilhetes são vendidos por máquinas e a vigilância é efectuada por camaras de vídeo, o que facilitou a que o Inox dos bancos começasse a desaparecer derivado a actos praticados por algum(ns) meliante(s). Ultimamente depararam-se os utentes com nova tropelia, alguns dos bancos desapareceram simplesmente. Não sei se a solução encontrada pela REFER foi retirar esses bancos e aproveitar o Inox para reparar os que estavam danificados (opção que deixa menos lugares aos poucos que já existiam) ou se o(s) meliante(s) levaram os bancos inteiros, porque os existentes estão a ser reparados com um pingo de solda que fixa o assento e encosto à base, e torna-se mais fácil desapertarem as porcas da base, levando o banco completo. Com isto tudo, andar de transportes torna-se cada vez mais uma aventura diária, para podermos contribuir para os vencimentos auferidos pelos administradores desta empresa.
Mas ficam as imagens para tentarem entender esta situação.

Soldador reparando os bancos da estação REFER

Local onde estava o banco da REFER

Desaparecimento dos bancos da REFER