sexta-feira, junho 23, 2006

Poesia Instante

Instante.
Carcomido.

Louca noite feita
destino.

Breve pausa
na monotonia.

Plúmbeas névoas
de fotografia.

Roubado negrume.
Fina melancolia.

Poesia Constante.
Ilusão do dia.

2 comentários:

Trilby disse...

A facilidade que tens em alinhares palavras e torna-las poemas!

Anónimo disse...

Meu deus, qualquer dia convences-me de que sou poeta!
Apenas tenho é vontade, ganas, como diriam os Espanhóis, de dizer algo, de decompor os meus pensamentos em algo assim.
Confesso já que cada vez sou uma pessoa que fala menos e escreve mais. Porquê? Não sei!
Obrigado sou eu, porque és uma pessoa atenta, e que tem a poesia no seu corpo, porque te deixas sensibilizar pelas palavras, e isso é muito bonito e raro.