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quinta-feira, dezembro 11, 2008

Prémios Precariedade

Gala Prémios Precariedade
De golfe percebemos pouco, mas sabemos que em todos os jogos da vida em princípio a melhor defesa é o contra-ataque.
Daí estes Prémios Precariedade, daí esta Gala Prémios Precariedade 2008.

Estejas ou não precário ou precária ou desempregada ou desemprecário, junta-te ao contra-ataque mais divertido do ano. É já no próximo sábado.

E embora sejam desnecessários fraques e vestidos de gala para sábado, está garantido que vamos todos brindar aos vencedores e vencedoras. Na Gala Prémios Precariedade 2008 vamos anunciar quem mereceu mais votos, entre milhares de cliques em www.premiosprecariedade.net.

Haverá comes e bebes e a música também está garantida, de Pedro e Diana aos Farra Fanfarra, passando por Primo Canto e DJ Varatojo. É muito importante seres pontual, porque os Gasganetes vão ser entregues à hora marcada e não queres perder as surpresas desta noite tão especial!

No sábado à noite, toda a gente pode pisar o tapete vermelho!
Divulga e vem à Gala Prémios Precariedade 2008!


Até lá,

Precários-Inflexíveis



Gala Prémios Precariedade 2008

no próximo sábado (13 de Dezembro), às 22 horas (e até às 3 da manhã...), no Ateneu Comercial de Lisboa (Rua das Portas de Santo Antão, 110 - junto ao Coliseu)

quinta-feira, novembro 20, 2008

Gasganete Dourado

Os Precários Inflexíveis apresentaram a estatueta "Gasganete Dourado", o galardão que será atribuído aos vencedores dos Prémios Precariedade 2008. Vote nas varias categorias e escolha os seus favoritos! Todos os votos contam para dar força à distinção de quem ganha com a precariedade alheia! Vêja os vídeos, vote e passe a palavra!
A entrega dos prémios ocorrerá durante a Grande Gala da Precariedade, no próximo dia 13 de Dezembro, em Lisboa.
A visitar também o blog PI - Precari@s Inflexíveis


quinta-feira, abril 24, 2008

LX - Câmara aprova acordo com sindicatos: vai iniciar-se integração dos "recibos verdes" no quadro

Câmara Municipal LisboaA Câmara de Lisboa aprovou por maioria, na reunião de hoje, o acordo com os sindicatos para a constituição do tribunal arbitral que visa a vinculação dos avençados ao quadro de direito privado da CML. Após publicação desta deliberação no Diário Municipal e no prazo de 90 dias, os trabalhadores a "recibo verde" poderão comunicar à Câmara o seu interesse em participar neste processo de integração no quadro do município.

As regras de funcionamento do tribunal arbitral fazem parte de um regulamento anexo ao acordo aprovado pela CML e que será assinado na próxima Segunda-feira, por António Costa e pelos três sindicatos envolvidos: o STML e o STAL, afectos à CGTP, e o SINTAP da UGT.

Os actuais contratos dos avençados que adiram ao processo de integração, consideram-se automáticamente renovados até à execução da decisão do tribunal arbitral. Deste modo, ninguém correrá o risco de ver o seu contrato caducado enquanto aguarda toda a tramitação do processo.

Os trabalhadores que entretanto receberam carta de não renovação do contrato e tenham reclamado até ao passado dia 18 de Abril ficam abrangidos pelo acordo agora aprovado e poderão, igualmente, requerer a sua integração no quadro.

Fora do âmbito deste acordo ficam os assessores e outros membros dos gabinetes dos grupos políticos eleitos.

Este processo visa o adequado enquadramento funcional do pessoal que exerce funções correspondentes a necessidades permanentes dos serviços, em condições de igualdade com o regime de ingresso na função pública. Nesta situação estarão cerca de 700 trabalhadores a "recibo verde" que durante vários anos asseguraram o funcionamento dos serviços do município em precariedade absoluta, sem quaisquer direitos nem garantias laborais, nem sequer com possibilidade de recurso ao subsídio de desemprego em caso de despedimento.

Votaram a favor deste acordo os vereadores do PS, BE, "Cidadãos por Lisboa" de Helena Roseta e PSD. Os vereadores eleitos por Carmona Rodrigues abstiveram-se, assim como os do PCP.

Segundo a Lusa, Ruben de Carvalho (PCP) justificou a sua posição dizendo que o quadro de direito privado "não resolve o problema" e entende que "enquadra-se na política do Governo do PS de liquidar a função pública na implementação de laços privados com os trabalhadores".

Por seu lado o ex-presidente da Câmara e actual vereador Carmona Rodrigues considerou que "houve manifestamente muito tempo perdido".

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